A destination wedding in Nazaré, Portugal

A FOGGY MORNING AND THE WEDDING PHOTOGRAPHER

It was a foggy morning when I arrived at Nazaré to photograph the wedding of Jade and Neil. To me it was a good news because I like the nice soft light without closed eyes and wrinkled faces.  Because of that, I had a nice begin of the day. After some delay, because  the groom and his companions profit some beach time even if the morning was a bit milky, I started my journey through the wedding day of this delightful English couple.

However my weather joy vanished because when the bride walked in the aisle, in the square in the top of the hill, where a medieval knight was saved by the Virgin Mary, the sun started to shine and made my dears Englishman and women happy but with hidden eyes. We never can please everybody. But, even with that, my job was done with the joy that I always have and, ceremony ended, we went to the party place, as if it was a patron saint day party of the neighborhood, at the square of the bride parents home. So, photography was everywhere and I just needed to look around.

It was so good and different from the usual. The family prepared all the place to the party and party it was. The wedding photographer  left with mission accomplished and with the certitude that this day were never forgotten.

O FOTÓGRAFO DE CASAMENTO NUMA MANHÃ DE NEVOEIRO

Estava uma manhã nevoeirenta quando cheguei à Nazaré para fotografar o casamento da Jade e do Neil. Para mim não era, de modo nenhum, um problema porque gosto de luz suave que não fecha olhos e enruga caras. Só por isso já tinha começado bem o dia. Depois de alguma espera pelo noivo e seus compadres que aproveitaram a manhã, mesmo que turva, para um pouco de praia e comecei a minha viagem pelo dia do casamento deste casal inglês.

No entanto a minha alegria, pelo tempo, desvaneceu-se quando pela hora de ir para a praça no alto do morro, onde o tal D. Fuas se safou de boa, o sol aparece e põe os meus caros Ingleses felizes mas de olhos um pouco escondidos. Não se pode agradar a todos. Apesar disso o meu trabalho foi feito com o gosto que sempre gosto e, finda a cerimónia, fomos para a festa, como se de santo popular fosse, na praceta do bairro onde os pais da noiva vivem e que chamava por fotografia por cada lado que me atrevesse a olhar.

Foi bom e, até, diferente. A família preparou e fez a festa em lugar que lhes pertencia. O fotógrafo de casamento partiu de missão cumprida e com a certeza de que aquele dia não iria ser esquecido.

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