Why I photograph like this

THE OTHER WEDDING PHOTOGRAPHERS

When I decided go on, professionally, with wedding photography I had a great problem ahead. At the time this kind of photo did not had great acceptance, by the photographic community amateur or professional, in Portugal. Tell someone that I was a wedding photographer it was…ok…well…wedding photographer…nice.

I must say that the majority of the wedding photos that we saw where not very appellative to the eye and not a good exemple of nice trade the art. Specially the theme approach where not what I thought it will be needed for a good cover. Luckily internet exist. With the world in my lap, I started to search what wedding photography was around this liquid blue ball.

And the light, by what photography is made, make me found the best wedding photos made by talented wedding photographers around the world, with a level of conception that I only used to see with the fashion or advertising photographers. A concept that I new from the inside pages of newspapers and magazines, was the major discover for me. Well , not quiet, because without the rue notion of that, like that was my first weeding cover. I am talking about photojournalism wedding cover.

I still remember the impact that had to me the photos from Jeff Ascough, maybe the first I found in my search. That was nothing compared from what I used to see in wedding photos. There were perfect pictures, with a aesthetic taste, and knowledge, only present at, so called, artistic photography. The use of black and white was, to me, a revelation and a confirmation that it was what I thought it will be my future wedding photography. Late, I learn that Jeff was one the best wedding photographers and very admired by his fellow colleagues. I saw in his work the quality weight, even if it was wedding photography, that I was searching for.

After that I discovered lots of wedding photo makers and learn to admire their work: the artist tenderness of Joe Buissink, the feverish creativity of Emin Kuliyev, the bidding game of Ben Chrisman, the energy of Fer Juaristy, the light friend Cliff Maunter, the luminous delicacy from Susan Striepling, the composition king Jerry Ghionis or the fabulous romanticism from Robert and Clara Swidersky.

Any of them, and dozens of others, touch me in so many ways that my delivery to photography become more and more unconditional and, specially, my approach to the wedding photography that become my first subject. It was not fair to not write here that, after that search, I discover some great wedding photographers in Portugal and learn to admire them also. Maybe a theme for another text. But, to alll, my respect and my admiration and specially, my gratitude.

OS OUTROS FOTÓGRAFOS DE CASAMENTO

Quando resolvi que iria enveredar pela Fotografia de Casamento tinha um problema muito grande pela frente. Este tipo de fotografia não era, não é, muito levado em boa conta pela comunidade, amadora e profissional, fotográfica em Portugal. Ainda hoje dizer que se é fotógrafo de casamento a quem, ou pelo puro gosto ou pela profissão, dá uso à câmera é qualquer coisa que…pois, fotógrafo de casamento.

É verdade, tenho que ser sincero, que muitos dos exemplos conhecidos não abonavam em nada a arte. A aproximação ao tema, a capacidade estilística e técnica não era, não é, algo que abone em prol desta secção da fotografia.

Felizmente existe a Internet. Com este meio, que nos nos põe o mundo ao colo, comecei a procurar o que se fazia na Fotografia de Casamento em volta desta bola redonda.

E o mundo abriu-se. Encontrei fabulosas fotos feitas em casamentos saídas das lentes de talentosos fotógrafos ao nível dos conceituados da moda, do desporto, da publicidade, etc. Um conceito já por mim conhecido ligado aos jornais e revistas era o grande motor desta recém descoberta, por mim, comunidade: o Fotojornalismo de Casamento.

Ainda me lembro do impacto que teve em mim as imagens de Jeff Ascough. Aquilo não tinha nada a ver com o que tinha visto antes. Ele conseguia produzir imagens esteticamente perfeitas, com um gosto e um conhecimento da fotografia que, antes, eu só via na chamada fotografia artística. O seu uso do preto e branco era, é, perfeito. Jeff é considerado pela crítica de fotografia um dos melhores fotógrafos do mundo. O seu trabalho não perde uma grama por ser dentro da fotografia de casamento, antes a enobrece.

A partir daí outros grandes fazedores de imagem vi e conheci o seu trabalho: a delicadeza artística de Joe Buissink, a febril criatividade de Emin Kuliyev, o jogo do esconde de Ben Chrisman, a energia de Fer Juaristy, o amigo da luz Clif Mautner, o rei da composição Jerry Ghionis, a luminosa delicadeza de Susan Stripling, ou o fabuloso romantismo de Robert e Clara Swiderski.

Qualquer um deles e dezenas de outros me tocaram de modo a que a minha entrega à fotografia fosse cada vez mais incondicional, como do casamento fazer o meu assunto principal e seria injusto se não dissesse que vim a descobrir em Portugal alguns fotógrafos que me inspiraram, admiro e respeito. Bem hajam.

Texto e Foto: Fernando Colaço

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