Uma fotografia de namoro na Peninha

A Peninha, no alto da serra de Sintra, tem sempre aquele encantamento que a torna incontornável para qualquer fotografo. Principalmente nestas alturas de Outono onde os verdes, os castanhos, laranjas e amarelos  ganham aquele tom que faz os amantes da fotografia deambular por estas bandas.

Esta é uma fotografia a preto e branco mas não deixa de fazer sentir o molhado do chão, a luz suave e macia acariciando, como amantes serenos, as árvores centenárias que nos dão aquela sensação de pertença quando por ali passamos.

Uma das coisas que me fazem voltar àquele ponto de serra é, de facto, esta sensação de intemporalidade e aquela luz suave que nos transporta para uma certa meditação e partilha de um tempo que foi de outros, talvez de príncipes e de princesas encantadas, e que, desejamos, a muitos outros pertencerão e que a fotografia tenta interpretar. Hoje o tempo foi meu, da Isabel e do Renato.

Peninha, in the peak of Serra de Sintra, has, always, that enchantment unavoidable to any photographer. These days of Autumn giving us those greens, browns, oranges and yellows with the tonalities that bring photography lovers rumbling all over this place. 

This one is a black and withe photo but still give us the feel of the wet of the ground, the soft and smooth light caressing , as serene lovers,  the old trees which gave us the nice sensation of belonging when passing through.

One of the things that make me to come back, again and again, is the sensation of timeless and that soft light that give us  a certain kind of meditation and share something that have been a part of others, maybe enchanted princes and princesses, and will belong to other in the future and photography try to read. Today the time belongs to me, Isabel and Renato.

Texto e Foto: Fernando Colaço

0531

Share This:

Leave a Comment

  • (will not be published)

Time limit is exhausted. Please reload CAPTCHA.